LESÕES DA PELEManchas na pele

Hiperpigmentação pós-inflamatória

By 27 setembro, 2019 #!31Thu, 26 Dec 2019 08:52:11 +0000p1131#31Thu, 26 Dec 2019 08:52:11 +0000p-8UTC31tUTCx31 26am31am-31Thu, 26 Dec 2019 08:52:11 +0000p8UTC31tUTCx312019Thu, 26 Dec 2019 08:52:11 +00005285212amThursday=488#!31Thu, 26 Dec 2019 08:52:11 +0000pUTC12#December 26th, 2019#!31Thu, 26 Dec 2019 08:52:11 +0000p1131#/31Thu, 26 Dec 2019 08:52:11 +0000p-8UTC31tUTCx31#!31Thu, 26 Dec 2019 08:52:11 +0000pUTC12# No Comments

Esse tipo de lesão pigmentada, como o próprio nome indica, descreve o estágio final de um processo inflamatório ao qual a pele foi submetida. A vermelhidão da área é o primeiro passo evolutivo e é devido à dilatação vascular, depois vem a pigmentação escura.

Quadro clínico

Este tipo de hiperpigmentação é visto com frequência em pacientes que depilam com cera quente. O lábio superior é o mais afetado. A hiperpigmentação pós-inflamatória também é observada pelo uso de desodorantes em pacientes com alergias a qualquer um de seus componentes; nesse caso, as áreas mais afetadas são as axilas.
É frequente ver hiperpigmentação devido ao uso de alguma peça de vestuário, cinto ou elemento decorativo de metal que esfrega a pele ao esfregar, o que produz vermelhidão e subsequente pigmentação.
Certos tipos de drogas como tetraciclinas, sulfa, barbitúricos, metronidazol, paracetamol, benzodiazepínicos, ibuprofeno, entre outros, produzem eritema circunscrito (inflamação) na pele que termina com hiperpigmentação.
Há outro tipo de hiperpigmentação que é produzida por perfumes e colônias que contêm derivados de bergamota.
O óleo de bergamota contido no perfume produz um processo inflamatório significativo, com edema e vasodilatação, que termina como os demais em uma mancha pigmentada na área de contato.
Outro tipo de hiperpigmentação pós-inflamatória é aquela produzida como consequência de tratamentos ablativos a laser, peelings químicos e outros tratamentos estéticos que visam rejuvenescer a pele.

Tratamento

Um dos tratamentos mais modernos para o tratamento dessas hiperpigmentações é o laser. Helios II.
É um laser Nd: YAG Q SWITCHED microfracionado que utiliza a tecnologia DEO (difrativa) que foi inventada e patenteada pela Laseroptek em 2009.
A tecnologia difrativa divide a energia emitida pelo laser em 81 micropontos estáveis e uniformes que aumentam o efeito terapêutico sem as complicações comuns em outros sistemas.
O Helios II foi especialmente projetado para tratar melasma e todos os tipos de lesões pigmentadas ao longo do ano e até mesmo na pele escura e bronzeada.
A energia luminosa do Helios II em sua modalidade de 1.064 afeta a lesão pigmentada em profundidade sem irritar a pele.
Este tratamento deve sempre ser acompanhado pela suspensão do elemento causal e acompanhado de fotoproteção.

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Depoimento do paciente

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